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Para construtoras e incorporadoras que usam Sienge

O número da obra na sua mesa no dia 1, não na segunda semana do mês.

Seu Sienge já tem o dado. O que falta é ele chegar organizado, no mesmo formato, toda vez. A Jumpr lê os dados do seu Sienge, monta um data warehouse da sua empresa e publica os painéis de Financeiro, Obras, Suprimentos e Comercial num portal com a sua marca — no navegador ou no celular.

+R$5+ bide faturamento anual somado das operações que a Jumpr sustenta em dados
45 diasda implantação até a primeira versão do portal no ar
100%de propriedade sobre os próprios dados — o data warehouse é do cliente
Projetos entregues para
GRP Construtora Infill Ciplart Cocari Tratornew

O problema

Sua obra gera dados o tempo todo. A maioria se perde no caminho.

Orçamento, medição, nota fiscal, cronograma: a informação existe, mas raramente chega organizada até quem decide.

01

Dados desconectados

ERP, planilhas e sistemas de obra não conversam entre si — cada área enxerga um pedaço da operação.

02

Tempo perdido

Horas por semana em coleta manual e conciliação de planilhas que deveriam ser automáticas.

03

Falta de visibilidade

Relatórios chegam tarde demais para mudar o rumo de uma obra ou de um contrato.

04

Decisão por intuição

Sem uma fonte única da verdade, cada gestor decide com a informação que conseguiu reunir sozinho.

Como o dado chega até você

Quatro etapas entre o seu ERP e a tela da diretoria.

01

Leitura

Lemos os dados do seu Sienge sem interferir na operação. Ninguém muda de rotina, e o ERP continua sendo o ERP.

02

Data warehouse

Os dados saem do ERP para um data warehouse da sua empresa, separado do de qualquer outro cliente — inclusive o que o ERP sobrescreve.

03

Modelo para análise

Medição, apropriação, contas a pagar e a receber viram um modelo único: uma definição de custo, uma de receita, um número por pergunta.

04

Portal com a sua marca

Os painéis são publicados com a identidade da sua construtora, com acesso por usuário. A atualização é automática.

Como trabalhamos

O método JUMPR de desenvolvimento

Nada é genérico: cada entrega nasce das necessidades reais da sua operação, em ciclos curtos e com prioridade sempre visível.

01

Escutar

Entendemos a fundo seus processos e as dores do dia a dia da obra e do escritório.

02

Cercar

Escolhemos as tecnologias certas para o problema — nunca a mais na moda.

03

Desenvolver

Construímos soluções personalizadas, testadas com quem vai usar.

04

Impulsionar

Automatizamos e integramos processos para eliminar retrabalho manual.

05

Evoluir

Garantimos melhoria contínua com ciclos curtos e prioridades revisadas sempre.

O que fazemos

Quatro frentes, uma jornada de dados completa

01

Consultoria e Diagnóstico

Planejamento estratégico antes da execução — mapeamos onde seus dados estão travados.

02

Engenharia de Dados

Fundação sólida: arquitetura, Data Warehouse e integração com o seu ERP.

03

Automação de Processos

Eliminamos tarefas manuais repetitivas com rotinas automatizadas de atualização.

04

BI e Visualização

Dashboards que transformam dado bruto em decisão estratégica, todos os dias.

Conhecer todas as soluções

Cases

Quem já transformou dados em controle

GRP

Acesso a 100% dos próprios dados

Construção civil

Governança de acesso e portal no celular. Depois dos painéis, a mesma base passou a abastecer outros aplicativos internos da empresa.

Cocari

De leitura de dados a operação nacional

Agroindústria · BI as a Service

Aplicativos em todas as unidades do Brasil, apoiados de ponta a ponta. O que começou como leitura de dados virou a base de desenvolvimento de uma operação inteira.

Ver todos os cases

Pronto para ver seus dados virarem decisão?

Conte um pouco sobre sua operação. Em uma conversa curta já mostramos por onde começar.

Agendar conversa

Sobre

Uma empresa de dados que escolheu um setor só

A Jumpr é de Maringá, no Paraná, e atende construtoras e incorporadoras que usam Sienge. A especialização não é posicionamento de marketing — é o que permite chegar na primeira reunião já sabendo o que perguntar.

Por que construção

Porque o dado da obra é difícil de um jeito específico

Custo de obra não é custo de varejo. Ele chega por medição e apropriação, em estruturas que se multiplicam quando alguém tenta somar do jeito óbvio, e convive com orçamento que foi feito antes de a obra existir.

Some a isso empreendimentos com prazos diferentes, receita que entra por parcela ao longo de anos e um ERP que guarda o estado atual, não a história. Uma ferramenta genérica de BI resolve a parte fácil disso e trava na difícil.

Atender um setor só significa que a gente já passou por esses problemas nos clientes anteriores. É a diferença entre aprender no seu projeto e chegar sabendo.

Como a gente trabalha

Quatro princípios que aparecem no dia a dia

Erro se corrige na camada em que nasce

Número errado no painel quase nunca se conserta no painel. Se o problema veio do cadastro, é no cadastro que ele some — e a gente te mostra onde, em vez de maquiar na frente.

Um número por pergunta

Se dois relatórios dão dois valores para a mesma coisa, o problema não é de relatório: é de definição. Uma definição de custo, uma de receita, e a reunião volta a ser sobre o que fazer.

O dado é do cliente

O data warehouse é da empresa que contratou, e sai com ela se um dia a relação terminar. Fornecedor de dados que vira dono do que organizou é um risco, não um parceiro.

Número que não se sustenta não é publicado

Nem no site, nem em proposta, nem em reunião. Se não dá para explicar de onde saiu quando alguém perguntar, ele não entra.

Onde estamos

Maringá, Paraná

O trabalho é remoto — a implantação, as sprints e o suporte acontecem por chamada e pelo portal, com clientes em mais de um estado. Mas estar em Maringá importa: é uma cidade onde a construção civil é grande o suficiente para a gente conhecer o setor de perto, e pequena o suficiente para reputação circular rápido.

Uma hora olhando os seus números, não os nossos.

Depois da conversa você recebe, por escrito, um relatório de maturidade de dados de cada área da sua empresa. Sem custo, tendo fechado negócio ou não.

Agendar diagnóstico gratuito

Soluções

Três frentes, e uma só conta no fim do mês.

Em ordem de compromisso — quase todo cliente entra pela primeira e para na segunda.

Sem custo

Diagnóstico de maturidade

Uma hora com os seus números, e um relatório escrito depois.

  • Mapa de maturidade de dados por área
  • O que já está pronto para virar indicador
  • O que ainda depende de planilha à mão

Você sai com o relatório tendo fechado negócio ou não.

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O produto

Portal Construtech

Os painéis da sua construtora, num portal com a sua marca.

  • Financeiro, Obras, Suprimentos e Comercial
  • Leitura direta do Sienge, num banco de dados próprio da sua empresa
  • Acesso por usuário, e abre no celular

Implantação e mensalidade. É por onde quase todo cliente começa.

Ver o Portal Construtech
Projeto

BI as a Service

A operação inteira de dados como serviço, além do portal.

  • Sienge e outras fontes do ecossistema lidas em conjunto
  • Integração de qualquer outra fonte de dados, conforme viabilidade técnica
  • Modelagem sob medida para a sua operação

Para quem precisa de mais que um dashboard: um parceiro estratégico.

Falar sobre BI as a Service

De onde o dado vem

O Portal lê o Sienge. O BI as a Service vai além dele.

Outras fontes entram num projeto de BI as a Service, de acordo com a viabilidade técnica de leitura de cada uma.

Sienge CV CRM Prevision + outras fontes, sob viabilidade
4áreas de painel prontas para entrar
3sistemas do ecossistema Sienge já integrados: Sienge, CV CRM e Prevision
45 diasda implantação até a primeira versão no ar

O que entra no escopo

Quatro etapas, quando o projeto é BI as a Service

Do diagnóstico à governança — cada etapa pode ser contratada isolada ou como jornada completa.

01

Consultoria e Diagnóstico de Dados

Planejamento antes da execução

Mapeamos onde a informação da sua empresa está presa, duplicada ou simplesmente não existe — antes de propor qualquer solução técnica.

  • Diagnóstico de maturidade em dados e BI
  • Identificação de gaps críticos de governança
  • Plano de ação priorizado por impacto
02

Engenharia e Arquitetura de Dados

Fundação sólida para crescer

Construímos a base técnica que sustenta qualquer decisão futura: um repositório único, organizado e seguro.

  • Arquitetura reestruturada em camadas, pronta para escalar
  • Data Warehouse e Data Marts — sua fonte única da verdade
  • Migração e unificação de sistemas legados
  • Governança e segurança (controle de acesso, auditoria)
03

Automação e Integração de Processos

Fim do trabalho manual repetitivo

Conectamos sistemas que hoje só conversam por planilha, com rotinas automáticas de atualização e conciliação.

  • Integração direta com ERPs (ex: Sienge) via backup de banco de dados
  • Rotinas automatizadas de extração e atualização
  • Eliminação de auditorias manuais em Excel
04

Business Intelligence e Visualização

De dado bruto a decisão estratégica

Dashboards desenhados com quem vai usá-los, validados com as áreas de negócio antes de ir ao ar.

  • Dashboards financeiros, operacionais e de engenharia
  • Governança de acesso por perfil de usuário
  • Documentação e treinamento das equipes

Não sabe por qual frente começar?

O diagnóstico gratuito responde isso por você — e não custa nada tentar.

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Portal Construtech

Os painéis da sua construtora, num portal que é seu.

Um endereço com o nome da sua empresa, o seu logo no topo, e os dados do seu Sienge organizados em quatro áreas.

suaconstrutora.jumprds.com
Painel Obras
Avanço físico62,4%
RealizadoR$ 8,69 mi
Desvio do orçado+3,1%
O mesmo painel, com a identidade de cada construtora. Ilustração com dados fictícios.
4áreas de painel: Financeiro, Obras, Suprimentos e Comercial
3construtoras já operam com o Portal hoje
45 diasda implantação até a primeira versão no ar

O que tem dentro

Quatro áreas, e o que cada uma responde.

Financeiro

Onde o caixa está, e para onde ele vai.

  • Contas a pagar
  • Contas a receber
  • Fluxo projetado
  • Extrato por cliente
  • Inadimplência

Obras

A obra que está estourando, antes de estourar.

  • Custo por nível
  • Orçado x realizado
  • Avanço físico
  • Medição
  • Apropriação

Suprimentos

O que foi negociado contra o que foi pago.

  • Solicitação de compra
  • Mapa de cotação
  • Contratos
  • Dinâmica de preços
  • Calendário de entrega

Comercial

Quanto vendeu, a que velocidade, e o que sobrou.

  • VGV vendido
  • Espelho de venda
  • Estoque e VSO
  • Distratos
  • Comissão

Área e tela nova entram no roadmap o tempo todo — boa parte nasceu de um pedido de cliente e virou padrão para todos os outros. O portal é da sua empresa; a Jumpr só opera o que está por trás dele.

Como é usar

Feito para quem abre entre uma reunião e outra.

Abre no celular

Quem está na obra abre do telefone. Sem instalar nada, sem VPN.

Acesso por usuário

Cada um vê o que lhe cabe. O engenheiro de uma obra não abre o financeiro da diretoria.

Atualização automática

A rotina roda sozinha. Quando você abre, o número já está atualizado.

Duas camadas

Uma capa por área, com os painéis dentro. Ninguém precisa procurar relatório.

A marca é sua

Cada cliente abre e vê a própria empresa.

O mesmo produto, com o logo, as cores e o endereço de cada uma. Quem abre vê a própria empresa — não a Jumpr.

GRP Construtora Infill Ciplart

A conversa técnica

O que perguntam antes de decidir.

Vocês escrevem alguma coisa no nosso Sienge?

Não. A conexão é de leitura. Nada é escrito, alterado ou apagado, e nenhuma rotina da sua equipe muda por causa da Jumpr.

Isso vai deixar o nosso ERP lento?

Não. A leitura acontece fora do horário de pico e é dimensionada para não competir com quem está usando o sistema.

Precisamos de alguém de TI?

Não no dia a dia. Na implantação, alguém precisa autorizar o acesso à base e responder dúvidas de negócio — conhecimento de operação, não de tecnologia.

Onde os dados ficam?

Num banco de dados próprio da sua empresa — um data warehouse dedicado, em infraestrutura gerida pela Jumpr, isolado do de qualquer outro cliente. O acesso ao portal é controlado por usuário.

A base continua sendo nossa?

Sim. A qualquer momento conseguimos gerar um backup do banco inteiro, num formato que outra equipe restaura e continua usando.

E se o dado estiver errado no Sienge?

Ele continua errado no painel — e a gente te mostra onde. Essa costuma ser uma das primeiras entregas da implantação.

Uma hora olhando os seus números, não os nossos.

Depois da conversa você recebe, por escrito, um relatório de maturidade de dados de cada área da sua empresa. Sem custo, tendo fechado negócio ou não.

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Cases

Não é teoria. Já tem gente operando assim

Cada uma entrou por uma dor diferente. O que elas têm em comum é o dado da operação ter deixado de ser um pedido e passado a ser uma tela que já está aberta.

+R$5+ bide faturamento anual somado das operações que a Jumpr sustenta em dados
5empresas autorizaram o uso de nome e marca nesta página
4áreas de painel em operação: Financeiro, Obras, Suprimentos e Comercial

O que mudou

Duas histórias, com nome

GRP

Acesso a 100% dos próprios dados

Construção civil · Portal Construtech
O que mudou

Acesso a 100% dos próprios dados, com governança e no celular. Depois dos painéis, a mesma base passou a abastecer outros aplicativos internos da empresa.

4áreas de painel no portal
100%dos dados sob governança própria
Cocari

De leitura de dados a operação nacional

Agroindústria · BI as a Service
O que mudou

Aplicativos em todas as unidades do Brasil, apoiados de ponta a ponta. O que começou como leitura de dados virou a base de desenvolvimento de uma operação inteira — hoje sustenta também as concessionárias de tratores do grupo, Tratornew e TratorCase.

cliente da Jumpr
3empresas do grupo atendidas via BI as a Service

Mais empresas, mesma base

Outras operações no Portal Construtech

Construtora Infill

Portal com a marca da própria construtora

Construção civil

Financeiro, Obras, Suprimentos e Comercial publicados no portal, com acesso controlado por usuário.

Ciplart

Painéis lendo direto do Sienge

Construção civil

Data warehouse próprio conectado ao Sienge, com a mesma atualização automática das demais construtoras do portal.

Nosso foco é construção civil, mas o método se aplica a qualquer operação com dados dispersos e decisões urgentes — como mostram Cocari e as concessionárias do grupo.

Uma hora olhando os seus números, não os nossos.

Depois da conversa você recebe, por escrito, um relatório de maturidade de dados de cada área da sua empresa. Sem custo, tendo fechado negócio ou não.

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Blog

O que a gente aprende operando o dado de construtora

Sem lista de dez dicas e sem "transformação digital". O que aparece aqui costuma ter começado como uma pergunta de cliente numa sprint.

Uma hora olhando os seus números, não os nossos.

Depois da conversa você recebe, por escrito, um relatório de maturidade de dados de cada área da sua empresa. Sem custo, tendo fechado negócio ou não.

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13 de setembro de 2026 · Gabriel · 3 min de leitura

O custo de não enxergar não aparece em lugar nenhum

Duas curvas que saem juntas e vão se afastando, com o vão entre elas preenchido.

Todo custo de construtora tem uma conta onde cair. Material tem. Mão de obra tem. Equipamento, imposto, comissão, todos têm.

Um não tem: o custo de decidir tarde.

Ele não aparece em lugar nenhum porque não é um pagamento. É a diferença entre o resultado que a obra teve e o que ela teria tido se alguém tivesse visto o desvio três meses antes. Ninguém emite nota disso.

Como ele se acumula

O desvio quase nunca chega de uma vez. Ele chega em parcelas pequenas, cada uma defensável sozinha.

Até o meio da obra, orçado e realizado parecem a mesma linha. A diferença cabe dentro do que qualquer gestor chamaria de normal, e chamaria com razão.

O problema é que essa diferença não se comporta como ruído: ela se comporta como juros. Cada mês que ela se repete, ela soma sobre a anterior. Quando finalmente fica grande o bastante para alguém apontar, já não é mais um desvio de um mês — é o acumulado de oito.

E a essa altura, boa parte dele já está contratada. Não dá para renegociar o que já foi executado.

Três lugares onde ele se esconde

Na semana de fechamento. Alguém exporta, cola na planilha, confere, corrige, e só então a diretoria vê. São cinco dias úteis todo mês em que a empresa toma decisão olhando para o mês que acabou. Doze vezes por ano, isso é mais de dois meses de gestão no retrovisor.

Na reunião que discute a fonte. Quando o número do financeiro não bate com o da obra, a pauta muda sozinha: em vez de decidir o que fazer, a mesa decide qual planilha está certa. A decisão fica para a próxima reunião.

No relatório que ninguém revisita. Ele existe, foi feito, está na pasta. Mas só é aberto no fechamento, porque abrir dá trabalho. Entre um fechamento e outro, a obra anda sem ninguém olhando.

O caso comum não é o pior: o custo acontece no dia 8, é lançado no dia 20, o mês vira no dia 30 e a diretoria vê no dia 5 do mês seguinte. São vinte e dois dias em que a empresa decide sobre uma obra usando um retrato que já envelheceu.

Por que ele não entra na conta

Porque para medir esse custo seria preciso saber o que teria acontecido na outra hipótese — e isso ninguém sabe. Então ele nunca é discutido numa reunião de resultado, apesar de ser, na maioria das construtoras de médio porte, maior que vários custos que são.

Dá para estimar por baixo, com dois números que a sua empresa tem: quantos dias, em média, entre o fato acontecer na obra e a diretoria ver o número? E quanto a empresa gasta por dia de obra?

A multiplicação dos dois não é o custo exato. Mas é o tamanho da janela em que a sua empresa decide sem enxergar — e ver esse número escrito costuma ser desconfortável o bastante para mudar a conversa.

O que reduz a janela

Não é mais relatório. É:

  • frequência — o número atualizado sozinho, não quando alguém exporta;
  • uma fonte só — para a reunião discutir a decisão, não a planilha;
  • acumulado visível — a curva da obra inteira ao lado do mês, porque o desvio pequeno só se enxerga somado.

Nenhuma dessas três pede sistema novo. Pedem que o dado que já está lançado chegue organizado, no mesmo formato, toda vez.

Próximo passo

Quer ver isso nos seus números, e não nos de exemplo? Uma hora olhando a sua operação, e um relatório de maturidade de dados por escrito depois. Sem custo.

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13 de setembro de 2026 · Ian · 3 min de leitura

O Sienge guarda o dado. O significado é outro trabalho.

Três colunas que deveriam alcançar a mesma linha, e nenhuma alcança.

Faça uma experiência na próxima reunião de diretoria. Pergunte quanto uma obra custou até hoje, e peça para três áreas responderem sem combinar antes.

Você vai receber três números.

Nenhum dos três está errado. O financeiro somou o que saiu do caixa. A engenharia somou o que foi apropriado à obra, inclusive o que ainda não foi pago. A diretoria está com uma planilha que alguém montou na semana passada, com um critério que fazia sentido na semana passada.

São três perguntas diferentes recebendo a mesma frase.

O ERP registra. Ele não decide o que conta.

O Sienge faz muito bem o trabalho dele: guardar o que aconteceu. Cada nota, cada medição, cada contrato, cada apropriação. Se está lançado, está lá, e você consegue provar.

O que ele não faz — e nem deveria — é escolher, no lugar da sua empresa, o que entra na conta de "custo da obra". Essa escolha não é técnica, é de gestão:

  • Material comprado e ainda no canteiro entra no custo do mês, ou só quando for aplicado?
  • Retrabalho é custo da etapa que errou, ou da etapa que refez?
  • Rateio de administração local vai por obra, por metro quadrado, ou por faturamento?
  • Distrato volta como estorno de receita, ou como custo comercial?

Enquanto ninguém responder isso por escrito, cada área responde sozinha. E responde bem, do ponto de vista dela.

A distância entre ter e enxergar

Ter dado nunca foi o mesmo que enxergar a operação. O que separa os dois é uma camada de trabalho que quase nenhuma construtora tem, porque ela não é responsabilidade óbvia de ninguém:

  • Definir. Uma definição de custo, uma de receita, uma de avanço. Escritas, acordadas, com dono.
  • Guardar a história. O ERP sobrescreve. O orçamento revisado em março apaga o de janeiro, e no fim do ano ninguém sabe mais quantas vezes ele mudou nem por quê.
  • Publicar sempre igual. O mesmo número, no mesmo formato, toda semana — sem depender de quem exportou.

É esse trio que transforma registro em informação. Sem ele, o que existe é um arquivo muito bem organizado do passado — e repare que o ERP cobre exatamente uma das quatro etapas, que é justamente a que ele foi feito para cobrir.

O sintoma que você já conhece

A reunião começa e, em vez de discutir o que fazer com o desvio, a mesa discute qual planilha está certa. Quarenta minutos depois, a decisão fica para a próxima — quando alguém tiver conferido.

Esse é o custo real de não ter a camada de significado. Não é o relatório que demora: é a decisão que não acontece.

O que dá para fazer sem trocar de ERP

A boa notícia é que nada disso pede sistema novo. O dado já está lançado. O que falta é:

  • uma definição por pergunta, escrita e combinada entre as áreas;
  • uma base separada do ERP, onde a história fica guardada inclusive quando o ERP sobrescreve;
  • um lugar só onde todo mundo lê o número, em vez de cada área manter o próprio.

Trocar o Sienge não resolveria nada disso, porque o problema nunca esteve no registro. Ele está no que ninguém foi encarregado de decidir.

Próximo passo

Quer ver isso nos seus números, e não nos de exemplo? Uma hora olhando a sua operação, e um relatório de maturidade de dados por escrito depois. Sem custo.

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Onde estamos

Maringá, Paraná. Atendimento remoto para construtoras e incorporadoras em todo o Brasil.

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